quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Pressupostos e Subtendidos

Na apresentação do trabalho de Ofinica de Leitura e Escrita, onde tínhamos que escolher uma musica e analisa-la, Eu, o Rafael Carneiro e o Renato Leite, escolhemos Chão de Giz do Zé Ramalho.
Bem, o termo chão de giz, para mim, sempre teve dois significados paradoxais, algo que se apaga fácil, mas, ao mesmo tempo algo que fica marcado. Cada leitura leva consigo uma compreensão associada à “leitura de mundo do leitor, anterior a leitura da palavra”. Enquanto procurava por respostas, ouvi algumas vezes: Será que “chão de giz” não pode ser referir a cocaína espalhada sobre uma mesa que se olha em profunda depressão! Sofrimento dor e cocaína?! (Talvez). O que vale aqui não é somente o acerto das análises, mas a prática em si, o exercício do pensar e do sentir sobre as palavras do poeta. portanto prefiro acreditar na efemeridade deste amor impossível, metaforicamente representado pela risca do giz, que se apaga rapidamente.

Acredito que nem o próprio Zé tenha explicações plausíveis, hoje, para o que sentiu e escreveu naquele momento. Essa questão de escrita é da ordem da subjetividade, fica difícil , é pretensioso esmiuçá-la, pois pertence a um tempo que se foi e que já não é. Se interpretar  a si é perigoso, imagine  aos outros? basta sentir, imaginar, compreender que não é o mesmo que interpretar. No mais... Não, não é uma apologia ao uso de drogas… A propósito: você já leu sobre a “mosca azul”do Machado? vista de perto, ela continua Azul?


Analise do grupo sobre a musica:

"O Zé teve, em sua juventude, um caso duradouro com uma mulher casada, bem mais velha, da alta sociedade de João Pessoa, na Paraíba. Ambos se conheceram num Carnaval.
Ele se apaixonou perdidamente por esta mulher, só que ela era casada com uma pessoa influente da sociedade, e nunca iria largar toda aquela vida por um "garoto pé rapado" que ela apenas "usava" pelo prazer ao sexo.
Assim, o caso, que tomava proporções grandes, foi terminado. O Zé ficou arrasado por meses, e chegou a mudar de bairro, pois morava próximo a ela. E, nesse período de sofrimento, compôs a canção. Conhecendo a história, você consegue perceber a explicação para cada frase da música, que passo a transcrever:


"Eu desço dessa solidão, espalho coisas sobre um chão de giz"
Um de seus hábitos, no sofrimento, era espalhar pelo chão todas as coisas que lembravam o caso dos dois. O chão de giz também indica a fugacidade do relacionamento, facilmente apagável (mas não para ele...)

"Há meros devaneios tolos a me torturar"
Aqui é meio claro,  devaneios, viagens, a lembrança dela a torturá-lo.

"Fotografias recortadas de jornais de folhas amiúde"
Outro hábito seu era recortar e admirar TODAS as fotos dela que saiam nos jornais. lembrem-se, ela era da alta sociedade, sempre estava nas colunas sociais.

"Eu vou te jogar num pano de guardar confetes"
Pano de guardar confetes são aqueles balaios ou sacos típico das costureiras do nordeste, onde elas jogam restos de pano, papel, etc. Aqui, ele diz que vai jogar as fotos dela fora num pano de guardar confetes, para não mais ficar olhando-as.

"Disparo balas de canhão, é inútil pois existe um grão vizir"
Ele tenta ficar com ela de todas as formas, mas é inútil pois ela é casada com o tal figurão rico (o Grão Vizir).

”Há tantas violetas velhas sem um colibri"
Aqui ele pega pesado com ela... há tantas violetas velhas (como ela, bela, mas velha) sem um colibri (jovem pássaro que a admire). Aqui ele tenta novamente convencê-la simbolicamente, destacando a sorte dela - violeta velha - poder ter um colibri, e rejeitá-lo.

" Queria usar quem sabe uma camisa de força ou de vênus"
Bem, aqui é a clara dualidade do sentimento dele. Ao mesmo tempo que quer usar uma camisa de força, para manter-se distante dela e não sofrer mais, queria também usar uma camisa de vênus, para transar com ela.

"Mas não vão gozar de nós apenas um cigarro"
Novamente ele invoca a fugacidade do amor dela por ele, que o queria apenas para "gozar o tempo de um cigarro". Percebe-se o tempo todo que ele sente por ela profundo amor e tesão, enquanto é correspondido apenas com o tesão, com o gozo que dura o tempo de se fumar um cigarro.

"Nem vou lhe beijar gastando assim o meu batom"
Para que beijá-la, "gastando o seu batom" (o seu amor), se ela quer apenas o sexo?

"Agora pego um caminhão, na lona vou a nocaute outra vez"
Novamente ele resolve ir embora, após constatar que é inútil tentar. Mas, apaixonado como está, vai novamente "à lona" - expressão que significa ir a nocaute no boxe, mas que também significa a lona do caminhão com o qual ele foi embora - lembrem-se que ele teve que se mudar de sua residência para "fugir" desse amor doentio

"Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar"
Auto-explicativo, né?! Esse amor que, para sempre, irá acorrentá-lo, amor inesquecível.

"Meus vinte anos de boy, "that's over, baby" , Freud explica"
Ele era bem mais novo que ela. Ele era um boy, ela era uma dama da sociedade. Freud explica um amor desse. Em todo caso, "that´s over, baby", ou seja, está tudo acabado.

"Não vou me sujar fumando apenas um cigarro"
Ele não vai se sujar transando apenas mais uma vez com ela, sabendo que nunca passará disso

"Quanto ao pano dos confetes já passou meu carnaval"
Lembrem-se, eles se conheceram num carnaval. Voltando a falar das fotos dela, que ele iria jogar num pano de guardar confetes, ele consolida o fim, dizendo que agora já passou seu carnaval, ou seja, terminou, passou o momento.

"E isso explica porque o sexo é assunto popular"
Aqui ele faz um arremate do que parece ter sido apenas o que restou do amor dele por ela (ou dela por ele): sexo. Por isso o sexo é tão popular, pois só ele é valorizado - uma constatação amarga para ele, nesse caso.

"No mais estou indo embora"
Bem, aqui é o fechamento. Após sofrer tanto e depois desabafar, dizendo tudo
que pensa a ela na canção, só resta-lhe ir embora.".



Obs: Esta interpletação surgiu após uma entrevista do Zé Ramalho, e foi encontrada na comunidade sobre a musica chão de Giz.

Lua, O que é Briefing?

Ontem iniciamos com o "pé direito". A aula de introdução a PP foi maravilhosa, saímos da rotina e ficamos ao ar livre, com direito a presença ilustríssima da senhora Lua, depois desse conjunto contendo também uma professora especial á meio uma turma especial, fica obrigatório a assimilação da matéria.
Vamos ao o que eu pude entender sobre Briefing...
Briefing é a passagem de informação de um ponto para outro, onde precisa de eficácia e objetividade, erros de omissão ou excesso de informação pode comprometer e desperdiçar tempo e dinheiro investidos numa campanha publicitaria. O briefing deve ser um diálogo entre anunciante e agência, após o briefing inicial feito pelo anunciante para a agência, são feitos briefings específicos e complementares para as diversas áreas de uma agência de publicidade como mídia, criação, pesquisa, promoção, etc. As áreas de marketing de uma empresa são responsáveis para tornar acessíveis as informações e as áreas de propaganda da empresa e a agência por obterem as informações que precisam. Nessas informações devem conter: as características do produto, estudar o perfil de consumidor e o seu momento de compras. O planejamento de propaganda busca soluções para a aceitação do produto, revendo foco de vendas e diagnosticando problemas, numa visão geral o briefing e o planejamento de propaganda são inseparáveis.

Complexo? Não mesmo! Isso tudo fica bem esclarecido com os " Causos da Fabi " e rende viu.

domingo, 19 de setembro de 2010

O CORPO FALA

A necessidade de uma linguagem direta e objetiva

Nosso corpo é, antes de tudo, um centro de informações partindo de nós mesmos.A grande maioria das pessoas ignora a existência da linguagem do corpo quando se relacionam. O corpo fala á todo instante...pequenos atos revelam o que estamos sentindo e até mesmo omitindo... Assim, por mais que controlemos nossos gestos, eles fazem parte da linguagem do inconsciente.
Semana passada tivemos o enceramento do Seminário sobre o livro “O corpo fala” (Pierre Weil e Roland Tompakiv, 1986, Editora Vozes). Mais apresentações e mais aprendizado. Basicamente a sala foi dividida em grupos e consequentemente em capítulos, houve muita dinâmica, os grupos focaram em teatros simples, mais também tivemos coisas mais diferenciadas com o mesmo brilhantismo, um dos grupos que mais me divertiu foi a simulação de uma prova com os participantes interpretando, ó boi, o leão e a águia. O boi, seria a referência para os instintos (ou desejos); o leão, refere-se aos sentimentos e, a águia estaria ligada aos pensamentos (ou consciência). Foi um bom acerto, e achei que tiveram detalhes riquíssimos


Tivemos também a simulação de pessoas que se conhecerão pela Internet e em um primeiro encontro, mostraram-se desinteressados a dar continuidade naquela relação e trazendo traços inconformados de uma imagem criada através da imaginação. Outro grupo fez a simulação de um debate, o que também foi muito interessante por trazer características de expressões dos políticos, eles que são altamente bem assessorados e instruídos, a uma maneira correta de se expressar corporalmente. Portanto, fica ainda mais fixada nessas pessoas a necessidade de absorção do maior numero de coisas a serem passadas que seria, no entanto uma transmissão de verdade e segurança a leitura visual.
E por fim, o meu grupo. Decidimos simular um acampamento, representando o humor, de cada pessoa e transmitindo isso, em cor, vestuário e cenário, fizemos até uma associação na musica com o tema, dizendo que temos que viver a todo dia, por na nossa encenação conter pessoas mal humoradas, simpáticas, apáticas, e ansiosas.


quarta-feira, 15 de setembro de 2010

MICO PET

Mais um trabalho, dessa vez vocês só me desculpem o atraso, tive alguns contratempos mais isso não significa abandono. Bom, dessa vez o principio do trabalho surgiu com uma idéia em que teríamos que criar um brinquedo com pet, direcionado a crianças a partir de 10 anos,  isso foi passado pela Janet, minha professora de Criatividade, juntamente com o tema, começamos a elaborar o que seria feito, resultado: Mais uma loucura!

Tivemos um monte de ideias e possibilidades, mais a campeã mesmo foi o Mico Pet, que funciona como um jogo de torrinha, onde você tem peças e micos feitos desta matéria, a idéia agradou tanto que o brinquedo passou a ser diversão do nosso próprio grupo, por conter uma dose sadia de humor, e fazer um resgate a essa forma de lazer escassa, sem tecnologia, apenas com bastante criatividade e bom humor.
Fizemos a apresentação em sala simulando como o jogo funcionaria, fazendo a apresentação dos micos, e também fazendo uma interação com quem nos assistia e de quem jogava, tudo muito descontraído, arrancamos várias gargalhadas com uma enorme PAGAÇÂO DE MICO. Só espero ter conquistado uma boa nota também.
Meus companheiros de grupos estiveram de parabéns acredito que tenhamos feito um excelente trabalho, alem dos imprevistos que tivemos principalmente para a concretização de todo o material e que bom que no final as coisas deram certo. Os demais grupos que se apresentaram, também estiveram de parabéns tiveram idéias muito boas e de uma forma geral muita coisa pode ser aprendida, quem acaba  ganhando com isso somos nós que aprendemos e divertimos e as crianças que receberão esses brinquedos.

domingo, 12 de setembro de 2010

Então eu agradeço, quem nos faz lutar feito tigres feridos fundo no peito, sim, eu agradeço.


"Você lê e sofre. Você lê e ri. Você lê e engasga. Você lê e tem arrepios. Você lê, e sua vida vai se misturando no que está sendo lido." Caio F Abreu.

- é o que acontece ao ler Caio, quem lê, sabe.

Como eu poderia não fazer essa homenagem ao cara? Não dá!
Eu sinto quando leio seus textos, livros, suas expressões, um consolo daquele que você sente a maior proteção do mundo. O Caio sempre teve as palavras que eu precisava ouvir, palavras que me tocavam profundamente e me faziam sangrar abundantemente, eu sempre achei que de alguma forma eu nunca me encaixava em vários aspectos a varias coisas, só que com as palavras dele, eu aprendi a amar a diferença, amar ser diferente.
È uma verdade que a vida é dura, que nela você apanha muito, mais a outra verdade é que você tem que sobreviver, eu me preocupo com pessoas que pensam em desistir, eu já pensei, quem nunca pensou? Sejamos honestos, eu sou quando digo que eu amo resgates, resgates de almas; corações; sorrisos, de transparência. Foi isso que o Caio sempre fez comigo, resgatou tudo o que eu já perdi, em emoções, em devaneios, não existe o caminho certo ou o caminho errado, na verdade não existe caminho, existe caminhada, subir, descer, correr, rastejar, criar calos nos pés, sangrar, se sujar e ter de se limpar depois, viver é essa dureza ai mesmo, sempre faltará algo, e é isso que eu acho mais lindo, essa imperfeição da vida.
Como diria o próprio: "Vai menina, fecha os olhos. Solta os cabelos. Joga a vida. Como quem não tem o que perder. Como quem não aposta. Como quem brinca somente." . Penso que tornar simples as complicações é o que mais deve ser admirado.
E se hoje, eu supero com tanta garra minhas dificuldades, Caio seu infeliz, você tem uma culpa gigantesca em tudo isso. Você para mim, é um fenômeno da literatura, e que seja lá onde você estiver saiba que você mexe fundo com muitas almas por ai, um espécie de salva vidas, uma eternidade em nossos corações.

"Gosto de pensar que quem já morreu fica num lugar quentinho, que a gente não vê, cuidando de quem ainda não morreu. E se você quiser agradar a essa pessoa, é só fazer coisas que ela gostava. Aí ela fica ainda mais quentinha e cuida ainda melhor da gente."

.Caio Fernando Abreu

- era assim que ele pensava. e assim eu penso. Caio está sim em um lugar quentinho, cuidando de quem ainda está por aqui. - Se vivo, Caio hoje completaria 62 anos. Parabéns ao nosso amado

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O Transtorno Obsessivo-Compulsivo e Necessário

                                        
Final de semana e Feriado desceu pelo ralo, uma amarga realidade que teremos de conviver.


Mais importante: Queridos professores, peguem leve, pegando super pesado.


Só por alguns segundos, tente imaginar você a apenas um passo do inferno...
Por pouco tempo mesmo, às vezes criamos tempestades em copo d água, isso acontece pelo medo de que algo de errado. O que não pode, é criar certa acomodação e esquecer o que é um trabalho em grupo, palavrinha chave essa. Também, um monte de trabalho em pleno feriado prolongado é uma plena falta de consideração.
Enfim, dando um arremate nos trabalhos que terão de ser apresentados quinta, ontem estive na casa do Renato, e como sempre fazemos acontecer mesmo, não adianta, todo mundo discorda, todo mundo concorda, e mais importante, todo mundo em ação. Estou cada vez mais empolgada com o curso de Publicidade, as novas amizades, o excelente grupo docente, e a estrutura da Uniube. Até então me sentindo meio que Alice in Wonderland.
Costumo brincar que os professores têm certa compulsividade, por avaliar-nos. Bacana, muito bom mesmo, vez em quando imaginando se eles não poderiam fazer isso com um calendário em mãos, usando do bom senso. Fica a dica. Por outro lado, é fundamental lembrar que essa correria vem ao menos a mim, trazendo um crescimento absurdo, meu fluxo de pensamento vem surgindo cada vez mais rápido e de forma mais natural, mesmo com o pouco tempo fico animada com boas coisas que vem crescendo em mim.

"E tem o seguinte: não vamos enlouquecer, nem nos matar, nem desistir. Pelo contrário: vamos ficar ótimos e incomodar bastante ainda.” Caio Fernando Abreu.


sábado, 4 de setembro de 2010

Revistas Preconceituosas, População miupi.

No final desta semana me ocorreu uma preocupação imensa com revistas de alto conceito entre nós brasileiros, em sala enquanto analisávamos as revistas ISTOÉ e VEJA, me deparei com dados que assustam, é de uma vergonha tão grande o que irei compartilhar agora.
Em apenas uma revista, contei em matérias Jornalisticas e Publicitarias um total de 398 pessoas, e somente 22 eram negras, onde essas eram ou celebridades, ou estavão destacadas na área criminosa, sendo que em uma reportagem 13 dessas 22 pessoas,  estavam em uma matéria sobre o bolsa família. Preciso falar mais algumas coisa? Não, eu sei, é de um nojo enorme.O pior de tudo foi pensar que até essa aula, eu jamais havia parado para pensar sobre isso, nunca notei, me senti sem moral nenhuma para nenhum qualquer comentário peculiar, apenas ficou a vergonha de quem muitas vezes venera tanto uma coisa sem conhecer realmente sua verdadeira face.
O Problema maior é que deixamos isso passar bem de baixo do nosso nariz, pode até ser que as coisas não sejam feitas de forma proposital, eu quero acreditar que não exista nelas, uma discriminação elaborada, mais o que fica evidente se analisarmos a fundo, a frequência em "equívocos" cometidos é gritante. E as únicas pessoas que podem incomodar fazer com que eles se mexam, sintam necessidade de sair de um certo conforto, somos nós, a população. E as vezes, como eu,  as pessoas não param para pensar nessas pequenas coisas que são de uma seriedade absurda.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O Monge e o Executivo. (Debate em Sala)

Ontem debatemos em sala esse excelente livro, é impressionante o nível intelectual de meus caros amigos, a maioria fez uma iteração muito bacana, com fluência e coerência, tudo muito inspirador, percebi que temos em uma turma não tão grande, e nem tão pequena, personalidades muito diferentes, varias divergências de opiniões, mais que há uma respeito já sendo traçado entre todos, aos poucos vamos assumindo nossas caraquiteristicas e crescendo com o domínio da comunicação.
Em uma sala com tantos lideres O Monge e o Executivo, caiu como uma luva, era fundamental para o bom convívio de todos, durante as aulas, trabalhos, e futuramente no mercado de trabalho, o estudo desse livro, mesmo levando em consideração que vários divergiram,  o que por sinal é excelente.
Enquanto eu efectivava a leitura do livro visivelmente enxergava traços familiares nele, e enquanto discutíamos em sala pensei no quanto a teoria é bela, e a acção drasticamente melancólica, que na verdade o que deve ficar para cada um é que não existe formulas e nem mesmo a perfeição para algo, acredito depois da leitura e principalmente do debate, penso que uma pessoa não escolhe ser líder, ele quem é escolhido, a liderança tem perfils definidos, mais ela não é definida com perfils.
No mais, essa história de debate me deu tantas ideias, mais tantas, que eu espero coloca-las em pratica logo, a ansiedade de começar movimentar com os projectos é muito grande, só que também o tempo anda muito curto com esse turbilhão de trabalhos, que meus queridos professores pelo que me parece passa por um momento compulsivo de necessidade de avaliação. Não é exatamente uma reclamação, na verdade eu acho importante e estou gostando muito dos trabalhos, espero aprender logo organizar meu tempo, para aproveitar mais cada segundo destas novidades, creio que é uma questão de adaptação, que logo passa.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Estou de volta pro meu aconchego, trazendo na mala bastante saudade...

Realmente, necessitava de um leve empurrão para que eu resgastasse com o blog, resolvi então começar do zero. Inicialmente a proposta do blog veio de meus professores da faculdade, o que traz uma motivação obrigatória, entretanto, já sentia essa necessidade de exposição e compartilha-las em rede. Estarei como a mim foi sugerido, fazendo análise e comentado minhas aulas diariamente, porém não ficarei somente pressa ao cotidiano da faculdade, tentarei abranger vivências pessoais, e claro, interpessoais.
Começo com a inauguração desse blog, fazendo um breve comentário da aula de Introdução a P.P. Onde fizemos a apresentação de um trabalho, abordando o tema História do Radio no Brasil décadas de 30 e 40 e á  Censura 70 á 80, que faz parte do conteúdo, A História da Propaganda no Brasil.
Apesar do pouco tempo, principalmente no quesito reunião em grupo, esse pouco tempo que tivemos foram muito bem aproveitado, juntamos as várias ideias, e tentamos fazer uma separação, que ficasse tranquilo para cada integrante do grupo, o resultado final, foi satisfatório, sentimos, a falta de entrosamento por não termos ensaiado nada, e levando no improviso, mas cada um cumpriu a risca o compromisso de estudar o que foi lhe passado, e no desenvolver tudo acabou fluindo bem. No final tivemos vários elogios e mesmo com toda a insegurança que tivemos, saber que tiveram pessoas que se divertiram e aprenderam com o que foi passado foi um alívio e tanto.
Na aula seguinte, um estimulo a criatividade, é o sempre temos com a Janete, essa aula tem me motivado a buscar varias coisas diferentes e tenho me sentido cada vez mais com sede a novas descobertas. Sempre temos que improvisar, pensar rápido, organizarmos em grupo, formar ideias, pratica-las e no final sempre tem aquele monte de altas gargalhada, é tudo tão saudável, tudo tão bom de se fazer.
Um pouco do meu dia será introduzido aqui, algumas coisas interessantes outras nem tanto, mais tudo parte de mim, a cada dia um pouco do meu aprendizado o que fará que exista o acompanhamento desse crescimento pessoal.